quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Candy baby



Então.. a pedidos do meu amigo Betinho.. e apesar dele NÃO MERECER [pois é um monstro sem coração q não me manda fotos, não mostra o pinto, não gosta de Le Tigre e não me chama de Baudelaire], aqui estou eu postando no blog da banda a qual não pertenço – pelo menos ainda enquanto grouppie-dançarina-de-funkytown não for elevada a categoria de membro honorário.

E aí eu estava pensando em escrever um post rabugento sobre o amor... essa puta de dois dólares que se gruda em nossos corações gays como uma DST incorrigível. Pq o amor é tipo Jesus cristo... demasiado recorrente em nossas vidas [e músicas, e filmes, e tabelas nutricionais dos versos das embalagens de alimentos de microondas] para que nos conformássemos com sua inexistência.

Não que eu fosse dizer algo mais interessante que qualquer musica pop-trash-sertaneja.. e não que eu fosse tacar pedra tb, até pq desacreditar no amor [apesar dele realmente nunca ter existido] é muito década de 80, e alguém precisa urgentemente lembrar o pessoal de que os anos oitenta foram uma bosta e precisamos parar de relembrá-los.

Lóógico que desisti. Não apenas pq adoro desistir das coisas.. e não apenas pq eu tenho autocrítica suficiente para saber que isso não chegaria a lugar algum... mas principalmente pq eu teria q colocar Du Hast ali pra tocar... E apesar de ser o clipe mais didático do mundo sobre o amor , e sobre como fazer uma despedida de solteiro de verdade, o Betinho ia me matar por estar transformando o blog da banda dele numa coisa metaleiro-gay wanna be.



Clique AQUI para metaleiro-gay wanna be feliz ^^.

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